paris

Fevereiro 28, 2009 at 1:44 pm (foto alheia, poesia alheia) ()

carrousel-de-paris

 

“Quando eu tinha dez anos, meu pai e eu fomos a Paris(…). Ficamos em um hotel bacana, e ele disse que eu podia comer o que eu quisesse no café da manhã (batata frita). Fomos ao museu Pompidou, à Torre Eiffel e ao Museu do Louvre. Foi maravilhoso. No avião de volta para Londres, meu pai me perguntou se eu sabia o motivo de viajarmos, só eu e ele, para um fim de semana em Paris. Eu disse não. Ele disse: “Eu queria que você visse Paris, pela primeira vez, com um homem que vai te amar para sempre, incondicionalmente.” 

Gwyneth Paltrow

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meridianos e paralelos

Fevereiro 27, 2009 at 11:45 am (coisa minha)

Quando eu me transformar num borrão, quem sabe, enfim, eu possa ser contornada.

Depois de ganhar um norte, poderei refazer minha rosa dos ventos.   

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momento trampo – anúncio Anuário do Piauí I

Fevereiro 18, 2009 at 1:10 pm (coisa minha, trabalho)

a_saude

Tema Saúde. Assunto nevrálgico. Mas…o cliente mostra e a gente faz, né?

Texto meu, arte do Ojas.

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momento trampo – anúncio Anuário do Piauí II

Fevereiro 18, 2009 at 1:07 pm (coisa minha, trabalho)

a_infraestrutura

 

Tema Infraestrutura (agora tudo jundo e sem hífen graças ao Novo Acordo), desenvolvido por mim, numa arte do Ojas.

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momento trampo – anúncio Anuário do Piauí III

Fevereiro 18, 2009 at 1:04 pm (coisa minha, trabalho)

a_educacao

 

Tema Educação, com texto meu e arte do Ojas.

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momento saudade

Fevereiro 17, 2009 at 7:09 pm (poesia alheia) ()

Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave, para termos tanta saudade…

Trancar o dedo numa porta dói.

Bater com o queixo no chão dói.

Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem.

Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.

Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe.

Saudade de uma cachoeira da infância.

Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.

Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.

Saudade de uma cidade.

Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.

Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.

Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.

Saudade da presença, e até da ausência consentida.

Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.

Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.

Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.

Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é basicamente não saber.

Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.

Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.

Não saber se ela ainda usa aquela saia.

Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.

Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre culpada, se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando MC Donald´s, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!

Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.

É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso…

É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.

Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim doer.

Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler…

 

Saudade.

Dizem que é do Miguel Falabela.

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momento lindo

Fevereiro 12, 2009 at 1:56 pm (Uncategorized)

 

uma das razões pra que ela seja tão tão boa?

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momento frase

Fevereiro 12, 2009 at 11:37 am (Uncategorized)

terá de haver um lugar para cada coisa, a fim de que cada coisa tenha o seu lugar e dele não saia.

Saramago, em A Viagem do Elefante

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